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GT Brasília Solar

O Grupo de Trabalho Brasília Solar foi criado no dia 8 de maio de 2015 e vem trabalhando desde então para a construção coletiva do Programa Brasília Solar. O GT Brasília Solar conta com a adesão de órgãos de governo, como Secretarias de Estado e Coligadas (45%),  Empresas do Setor Privado e Institutos relacionados à cadeia de energia solar fotovoltaica (35%), Organizações da Sociedade Civil, Redes da Sociedade Civil e Universidades (20%).


Participam do GT Brasília Solar os seguintes órgãos de governo e autarquias:  

SEMA - SEPLAG - SECTI - SEDS - SEDF - SETUR - SEAGRI - SEGETH - SETRAB - SSP DF - Casa Militar - Casa Civil - CEB IBRAM - TERRACAP - NOVACAP - CAESB - CODEPLAN - SLU - SINESP - RA LAGO SUL - RA LAGO NORTE - ZOOLÓGICO CGEE - CORREIOS. 

Participam do GT Brasília Solar as seguintes organizações da sociedade civil, redes e academias:  
WWF BRASIL - GIZ / IDEAL -  GREENPEACE  FRENTE POR UMA NOVA POLÍTICA ENERGÉTICA - FÓRUM MUDANÇA CLIMÁTICA E JUSTIÇA SOCIAL - UNB - IFB.

Participam do GT Brasília Solar as seguintes empresas do setor privado e institutos associados:  
VOLTAICA  BRASIL SOLAIR  AMBIANCE - SOLARIN - ECOARENAS - S4SOLAR BRASIL -  I9 SOLUÇÕES - FRENGE
ABSOLAR INSTITUTO TESLA - FIBRA.


Consulta Pública
Está aberta no período de 15 de janeiro até 15 de fevereiro a consulta pública sobre o programa Brasília Solar. O objetivo é consultar a população sobre a minuta que prevê a implantação de energia fotovoltaica (que utiliza placas para converter luz solar em energia elétrica). Com a participação da sociedade, o documento será sistematizado pelo GT Brasília Solar.

Na primeira parte, a carta-consulta apresenta um breve histórico do grupo de trabalho Brasília Solar, instituído pelo governo de Brasília em 2015. Aborda o contexto de mudanças climáticas e os impactos na matriz elétrica no Brasil e no DF.

O documento aponta ainda a energia solar como alternativa e Brasília com um grande potencial na geração de energia fotovoltaica. Apresenta sugestões de incentivos por algumas linhas de financiamento e isenções fiscais possíveis.

Na segunda parte, apresenta as diretrizes, objetivos, metas e recomendações gerais do programa. Nessa parte, principalmente, espera-se a contribuição da população com sugestões. 

Acesse a minuta da carta-consulta e saiba como participar: http://migre.me/sHENe


 

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